Metacrilato

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Processo de Metacrilato

Nos últimos anos estamos percebendo um aumento na utilização de uma tecnologia de preservação, finalização e acabamento de imagens, chamada de metacrilato.

O nome metacrilato que o mercado das artes usa tem duas possíveis origens. A primeira vem do monômero do acrílico que é chamado de metacrilato. A outra possível origem se dá pelo fato de ser um processo em que uma imagem é embutida entre duas chapas de acrílico, e portanto metacrilato.

Conheça os nossos metacrilatos.

Todas as 5 opções possuem a mesma qualidade de impressão e passam pelo processo de polimerização. A diferença está na espessura das chapas e no material usado para o acabamento traseiro. Em todas elas o resultado final será sempre impecável.

metacrilato 7 mm galeria square

METACRILATO
7 MM PADRÃO GALERIA


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METACRILATO
5 MM PADRÃO GALERIA


metacrilato 4 mm galeria 300x300

METACRILATO
4 MM PS PADRÃO COMERCIAL


metacrilato 5 mm ACM 300x300

METACRILATO
5 MM ACM PADRÃO COMERCIAL


metacrilato 3 mm decor 300x300

METACRILATO
3 MM DECOR



Saiba mais sobre o metacrilato

Atualmente muitas pessoas tem buscado outras formas de acabamento de suas fotos, que fuja dos formatos tradicionais. Uma opção que tem sido muito procurada é o acabamento em metacrilato. Nossa equipe preparou uma matéria exclusiva sobre este tipo de acabamento, sobre seu processo, e quem anda produzindo e oferecendo esse acabamento no Brasil.

Processo de Metacrilato

Nos últimos anos estamos percebendo um aumento na utilização de uma tecnologia de preservação, finalização e acabamento de imagens, chamada de metacrilato.

Elaboramos este post para informar você, artista, colecionador, amante da fotografia ou curioso, sobre essa (não tão nova) novidade, como é seu processo e quem anda oferecendo esse produto aqui no Brasil e no mundo.

O nome metacrilato que o mercado das artes usa tem duas possíveis origens. A primeira vem do monômero do acrílico que é chamado de metacrilato. A outra possível origem se dá pelo fato de ser um processo em que uma imagem é embutida entre duas chapas de acrílico, e portanto metacrilato.

De qualquer forma, o metacrilato nada mais é do que o processo onde uma imagem é colada entre duas placas de acrílico (um termoplástico transparente usado freqüentemente como uma alternativa leve e resistente à quebras, quando comparado ao vidro) através de um polímero elástico (material que varia conforme o produtor), que a fixa entre essas duas placas. Esse processo dispensa moldura, levando somente um perfil na parte traseira, estando assim pronto para pendurar na parede.

A diferenciada refração e penetração da luz no acrílico somada à sua resistência aos raios UV, dão um resultado quase tridimensional às fotografias: essas ganham profundidade, um aspecto líquido, permitindo que as cores fiquem mais vibrantes, além de serem isoladas da umidade e dos agentes oxidantes, dois conhecidos fatores de risco na longevidade de obras de arte.

O processo de produção do metacrilato utilizando polímeros elásticos foi patenteado pelo suíço Heinz Sovilla-Brulhart em 1969, e desde então vem sido guardado a sete chaves pela família do cientista. Com o tempo, novos processos foram desenvolvidos e novos polímeros criados. Paralelamente algumas empresas desenvolveram filmes adesivos de poliéster com qualidade ótica em substituição ao polímero enquanto outras empresas aprimoraram o sistema de polimerização neutra para a fixação da imagem ao acrílico para utilização em “fine arts”.

Todas estas técnicas vêm lentamente ganhando espaço no circuito de “fine art” e na prestação de serviços personalizados de impressão. Este acabamento é uma alternativa às clássicas molduras de obras de arte, pois traz um ar mais contemporâneo e ao mesmo tempo simples à fotografia. No exterior, diversas galerias tem dado preferência para esse processo e aparentemente o metacrilato é a menina dos olhos das galerias de arte contemporânea.

A grande dúvida de todos é sobre quanto tempo realmente um metacrilato pode durar. Fomos atrás de pesquisas feitas sobre o processo de produção para desvendar mais sobre o assunto e descobrimos que existem vários tipos de metacrilatos sendo oferecidos no mercado.

 

Polimerizão frontal.

Este é o mesmo sistema que nos anos 60 foi patenteado pelo suíço Heinz Sovilla-Brulhart.

A imagem é colada no acrílico utilizando um polímero elástico. Este processo, ao contrário do filme adesivo, é mais demorado e demanda uma técnica mais apurada. O polímero demora 72 horas para ter uma cura total, o que aumenta bastante o tempo de produção de uma obra.

O grande segredo do processo não está no polímero, mas no catalizador utilizado para promover a adesão entre este e o acrílico. Este processo foi mantido em segredo até 1995 quando a patente de Sovilla caiu e mais pessoas tiveram acesso à formulação do catalizador.

Desde então, polímeros mais eficientes surgiram e a tecnologia da produção do metacrilato melhorou.

São poucas as empresas que fazem este processo que, por ser difícil, é feito somente na parte da frente da imagem, para depois usar um adesivo na parte traseira para a colocação da chapa de acrílico, poliestireno ou ACM.

Polimerização total

Este é o processo mais elaborado de todos, pois usa o mesmo polímero neutro para colar a frente e o verso da imagem. O tempo de produção é lento, mas garante com que a imagem fique preservada em um ambiente inerte de ambos os lados. São pouquíssimas empresas que produzem este tipo de metacrilato no mundo. Uma delas está no Brasil, o Instaarts.

Filme óptico adesivo

Um método alternativo e simplificado é o que utiliza um filme adesivo à base de poliéster em substituição à polimerização, facilitando o processo. Este filme dupla-face, em muitos casos já vem com uma camada protetora dos raios UV e garante que a imagem não sofra degradação através da incidência da luz.

Entretanto, um fato a ser considerado é que o filme adesivo, com o tempo e a ação da variação de temperatura, sofre um processo de delaminação. Um quadro produzido utilizando este processo termina apresentando bolhas entre 1 a 10 anos após sua produção.

Por que é tão caro o metacrilato?

Paulo Varella do Instaarts explica: "Já produzimos milhares de peças desde que começamos a trabalhar com metacrilato. Sempre na hora de checarmos o produto após a primeira polimerização, o clima na sala de produção fica tenso e ficamos com um frio na barriga. Às vezes, por conta de um ponto de poeira, temos que descartar um quadro de 2 metros quadrados. Não existe como aproveitarmos as chapas já polimerizadas. Uma vez feita a colagem, não há retorno, fica impossível descolar a imagem. Aliás, esta é a ideia do processo, que a imagem nunca se descole (risadas). A porcentagem de perda no processo é alta e precisamos colocar isto na base de cálculo para que o negócio possa sobreviver."